InterECA

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Pernetas, peladeiros de fim-de-semana, boleiros de plantão; o Intereca realmente tem uma fauna muito vasta e por que também não flora, já que conta com sua versão feminina.

A competição é, antes de mais nada, uma grande diversão a fim de promover a integração dos alunos. Claro que sempre tem aqueles que não vão só para participar, vão para disputar o título, mas há quem vá simplesmente para bater uma bola com os amigos e que o simples fato de montar o seu time já é uma vitória. Uma verdadeira democratização do fustal ecano, em que qualquer um pode participar, não precisa de treino tampouco de habilidade.

Os times são um capítulo à parte. Originalmente formatado para ser uma disputa entre times de sala, no máximo de um curso, o campeonato acabou crescendo, aumentando a competitividade. Por isso o regulamento foi alterado, tornando-se mais permissivo à formação de times mais fortes.

Há quem critique dizendo que assim o Intereca desviou-se de suas raízes. Outros defendem as mudanças alegando que com elas o nível técnico sobe e a competição torna-se mais atrativa. Independente disso, todos acabam jogando o Intereca, seja para tomar 30 gols em dois jogos, seja para levantar o caneco.

Apesar de seu pouco tempo de vida (desde 2003), o Intereca já conta com alguns times tradicionais na competição. Campeões das duas primeiras edições, os Mundrungos são os maiores vencedores do torneio. Formado essencialmente por alunos de Rádio e TV, o time conta com Jayr, a maior lenda do futsal ecano, em seu elenco. Além das conquistas de 2003 e 2004, a equipe foi finalista em 2005. Em 2007, reforçada e de nome novo (That 70’s show) sagrou-se tricampeã, vencendo o time de RP.

Criado em 2005, o time de RP é mais um dos grandes no Intereca. Considerado por muitos os mais pretensiosos da competição, o time é conduzido pelo “manager” José Felix, sempre atrás de um “patrocínio” novo. Por isso já entraram em quadra com dois nomes diferentes: RP Bayer, em 2005 e 2006 e RP Joga 10 em 2007. A equipe é marcada principalmente pela qualidade de seus jogadores, tal qual pela instabilidade dos mesmos. Campeões em 2005 e vice em 2007, o time só não chegou a final de 2006 pois perdeu na semi para o Roxinho.

Mais um time de expressão no cenário de Intereca, o Roxinho existe desde os primórdios da competição. Formado basicamente pelos PPnotis de 2003, o forte time do Roxinho tinha a fama de amarelar nas decisões até conquistar o título em 2006. Contando com as belas atuações do reforço de Pauleta, destaque da competição em 2005, o Roxinho finalmente de livrou do estigma de perder na reta final ao vencer o time da Música na final.

Semifinalista em 2005 e 2007, finalista em 2006; diferente do Roxinho, a Música ainda mantém a escrita de, mesmo com um bom time, não conseguir levantar um campeonato. A Música se assemelha muito a seleções como Holanda e Espanha. Por mais que seus jogadores figurem entre os artilheiros da competição e seu time seja forte e voloz, a equipe é sempre apontada como uma das favoritas. Sem conseguir emplacar até então, fica, mais uma vez, como promessa para o ano seguinte!

Confira o HotSite do Intereca 2009