Basquete Masculino

Diretores de Modalidade

BM1

Nome: Rafael Kopko Oliveira
Curso/ano: RPnot 09
Telefone: (11) 7215-6501
E-mail: rafael.kopko@gmail.com

BM2

Nome: Guilherme Xavier Ribeiro
Curso/ano: PPnot 09
Telefone: (11) 7331-2988
E-mail: guiecatletica@yahoo.com.br

Treinos

Terças e Quintas: 20h30

Técnicos

Wallynho
Orlando Salles

Sobre o time…

Talvez o time mais louco da ECA. Com jogos sofridos, só pra podermos ver a torcida se contorcer ao marcarmos no último segundo. Daí então é só vê-la pular, comemorar e gritar conosco. (num bar qualquer, ou talvez num posto, onde algum jogador de outro time vai reconhecer nosso armador, lembrando de quando ele passou pelo banco adversário com um simples grito de “CHUPA!” ao virarmos o jogo)

Vice-Campeão do JUCA em 2009 e Tetra Campeão do BIFE nesse mesmo ano. Sem contar a esplendida participação no JUP, terminando com o vice-campeonato, mostra-se uma potência ecana.

Não estamos lá com medo do jogo, com medo de perder. Estamos simplesmente para nos divertir. Isso nos faz pedir tempo na semifinal e ir pedir para a torcida contribuir para o churrasco de depois do jogo. Isso nos faz, após virar a noite na balada, em vez de dormir pra final, pensar somente em preparar mais um churrasco, às 8h da manhã. Nos faz sentar na porta do alojas com um balde d’água e tacá-la em cada transeunte que passar. É fazer amizade com o tio do boteco de uma cidade zicada no sul de minas a ponto dele emprestar a churrasqueira e ainda ir comprar o sal pro nosso churrasco. (e aí pode-se ver que só pensamos em churrascos).

Entrar nesse time é conhecer Cróvis, o cara que foi ovacionado pela torcida que gritava incansavelmente seu nome, descoberto apenas após 7 anos. Shawn, o cara dos Magic Moves. O pastor Wallynho e sua igreja do batismo na água gelada. Entrar nesse time é aturar os apelidos que o Lulo possa te dar. É incomodar o Murilão pra ele largar sua filha recém-nascida para viajar pra uma cidade no interiorzão de São Paulo.

Por incrível que pareça, entrar nesse time é treinar muito, saber ser um dos melhores, mas continuar a treinar. Entrar nesse time é, antes de mais nada, ir pra balada e ficar louco, acordar zoado no outro dia, mas saber a responsabilidade que se tem com a torcida que estará no ginásio pra prestigiar. Honrar a bateria que carrega mil instrumentos pra te incentivar. É segurar com raça o peso que a camisa tem e, quando for preciso, entrar com o pé no peito de qualquer brutamontes que o outro time possa ter. É entrar em quadra, como diria o grande Mazel, “com uma mão na bola e a outra no saco”.